@MASTERSTHESIS{ 2015:2041040941, title = {Leveduras como agentes protetores e indutores de resistência no manejo da mancha-de-alternaria em couve-manteiga}, year = {2015}, url = "http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6559", abstract = "A mancha-de-alternaria causada pelo fungo Alternaria brassicicola é considerada uma das doenças fúngicas mais comuns e destrutivas das brássicas. O controle da alternariose baseia-se em pulverizações preventivas ou após o aparecimento dos primeiros sintomas com fungicidas. Uma alternativa para o controle da doença é o uso do controle biológico. Neste contexto, as leveduras surgem como uma nova classe de agentes de biocontrole. O presente estudo teve como objetivos: isolar, selecionar e avaliar o potencial de leveduras no biocontrole da mancha-de-alternaria, em couve-manteiga; verificar a produção de toxina Killer, formação de biofilme e produção de metabólitos voláteis in vitro, bem como, avaliar as leveduras como agentes indutores de resistência em couve-manteiga, através da análise enzimática da catalase e ascorbato peroxidade. Inicialmente, 18 isolados de A. brassicicola foram avaliados em casa de vegetação quanto à capacidade de causar doença em couve-manteiga, sendo o isolado 91 do patógeno selecionado para os ensaios de biocontrole. 39 isolados de leveduras obtidos de folhas de plantas sadias de brássicas foram avaliados em casa de vegetação, sendo cinco isolados selecionados para a realização dos ensaios in vivo e in vitro. No ensaio de biocontrole, plantas de couve-manteiga foram pulverizadas com 15 mL da suspensão (1x107 células mL-1) das leveduras (L32, L40, L44, L47 e L57), nos períodos (72, 48, 24 horas antes da inoculação do patógeno) e, imediato (seguido a inoculação do patógeno). Os isolados de leveduras (L46, L32, L44 e L40) foram os mais eficientes na redução severidade da mancha-de-alternaria, sendo responsáveis por índices de severidade de 7,66%, 7,78, 8,13 e 9,07%, respectivamente. Os períodos 24 horas e imediato foram os mais significativos na redução da doença. Dentre as leveduras avaliadas, os isolados L46 e L44 produziram biofilme (fraca 1+) e, os demais, não produziram biofilme. Quanto à atividade Killer, as cinco leveduras avaliadas produziram a toxina Killer. Também foi verificado que os isolados (L46 e L44) inibiram em 60, 334% e 59, 774%, respectivamente, o crescimento in vitro de A. brassicicola e, os isolados (L32, L40, L44, L47 e L57) inibiram completamente a esporulação in vitro do patógeno. Além disso, os cinco isolados de leveduras avaliados proporcionam nas plantas de couve-manteiga maiores níveis enzimáticos da catalase, em relação ao tratamento controle. O uso de leveduras demonstra ser uma ferramenta promissora para o controle biológico de A. brassicicola em couve-manteiga.", publisher = {Universidade Federal Rural de Pernambuco}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia}, note = {Departamento de Agronomia} }