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dc.creatorSILVA, Vanessa Carla Lima da-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0809798346070766por
dc.contributor.advisor1LIMA, Evilda Rodrigues de-
dc.contributor.advisor-co1TEIXEIRA, Mirian Nogueira-
dc.contributor.referee1GOMES, Lucas Alécio-
dc.contributor.referee2MOTA, Rinaldo Aparecido-
dc.contributor.referee3ALVES, Leucio Câmara-
dc.date.accessioned2022-08-23T11:28:49Z-
dc.date.issued2014-02-25-
dc.identifier.citationSILVA, Vanessa Carla Lima da. Avaliação clínica, epidemiológica e laboratorial de cães (Canis familiaris, Linnaeus, 1758) com cinomose, erliquiose e babesiose no Hospital Veterinário da UFRPE. 2014. 156 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.por
dc.identifier.urihttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/8621-
dc.description.resumoObjetivou-se caracterizar as alterações clínicas, epidemiológicas, hematológicas e diagnóstico molecular pela técnica de PCR convencional e RT-PCR de cães naturalmente infectados pela Ehrlichia canis, Babesia canis vogeli e pelo CDV. Foram avaliados 146 cães de ambos os sexos e idades variadas apresentando pelo menos três sinais clínicos sugestivos para estas infecções. Foi coletado sangue para a realização de hemograma, exame parasitológico sanguíneo, pesquisa de inclusão viral, PCR para detecção da E. canis, B. canis vogeli e RT-PCR para o CDV. Os resultados obtidos para as infecções por Ehrlichia canis, Babesia canis vogeli e para o CDV, foram 17,1%, 4,8% e 27,4%. As co-infecções pela E. canis com a B. canis vogeli foram observadas em 0,7%, Ehrlichia canis com o CDV em 7,5% e 2,1% dos animais foram co-infectados pelos três agentes infecciosos. As fêmeas apresentaram maior porcentual de positividade com 26,4% para erliquiose, 34,7% para cinomose e 8,1% dos machos para babesiose. Os animais com até 12 meses tiveram os maiores porcentuais para erliquiose e cinomose, enquanto que os acima de 84 meses para babesiose. Os cães atendidos no Hospital Veterinário com erliquiose, babesiose e cinomose, domiciliados, vacinados com raça definida foram mais acometidos e o acesso à rua pode ser responsabilizado como um importante fator de risco para a infecção em cães com o CDV. As alterações clínicas hiporexia, alopecia periocular, linfoadenopatia e tosse improdutiva devem ser consideradas na caracterização da erliquiose; mucosas pálidas para babesiose; linfoadenopatia, mucosas congestas, ataxia e secreção nasal para cinomose. Anemia, trombocitopenia, eosinofilia e linfocitopenia devem ser consideradas como fonte de variação na caracterização da erliquiose; trombocitopenia e neutropenia para babesiose e eosinofilia para a cinomose. Na co-infecção pela Ehrlichia canis com o CDV destaracam-se os distúrbios oftálmicos, gastrointestinais, anemia, trombocitopenia, leucopenia, eosinopenia e linfocitopenia. O número de animais co-infectados pela Ehrlichia canis e Babesia canis vogeli; E. canis, B.canis vogeli e CDV foram insuficientes para caracterização das alterações clínicas e laboratoriais, sugerindo-se que novos estudos sejam realizados neste sentido. Não há concordância entre a PCR quando comparada com os exames parasitológicos sanguíneos e de pesquisa de inclusão viral, devendo o clínico solicitar a PCR, por ser mais específica e sensível. A possibilidade de co-infecções é alta nas regiões endêmicas e sugere-se que mais estudos sejam realizados a fim de elucidar outras possibilidades de infecções simultâneas na clínica médica de pequenos animais, uma vez que este tema é pouco estudado no Brasil.por
dc.description.abstractThe present objective was to characterize the clinical, epidemiological, and hematological changes, and the molecular diagnosis using conventional PCR and RT-PCR in dogs naturally infected with Ehrlichia canis, Babesia canis vogeli and by CDV. One hundred and forty-six dogs were selected, regardless of gender and of varying ages, that had at least three clinical signs suggestive of these infections. Blood was collected for hemogram, blood parasitology, investigation of viral inclusion, PCR for detection of E. canis, B. canis vogeli and RT-PCR for CDV. The results obtained regarding infections by Ehrlichia canis, Babesia canis vogeli and CDV were 17.1%, 4.8%, and 27.4%, respectively. Co-infections by E. canis and B. canis vogeli were observed in 0.7%, Ehrlichia canis and CDV in 7.5%, and 2.1% of the animals were co-infected by all three infectious agents.Females presented a higher percentage of positive results for ehrlichiosis (26.4%) and distemper (34.7%), while males had a higher percentage for babesiosis with 8.1%. Animals up to 12 months and with specific breeds had the highest percentage for ehrlichiosis and distemper, while those above 84 months had more positives for babesiosis. Dogs examined at the Veterinary Hospital with ehrlichiosis, babesiosis and canine distemper, domiciled, vaccinated breed were most affected and street access may be liable as an important risk factor for infection in dogs with CDV. The clinical changes hyporexia, periocular alopecia, lymphadenopathy and unproductive cough should be considered in the characterization of ehrlichiosis; pale mucous for babesiosis; lymphadenopathy, congested mucous, ataxia and nasal discharge for distemper. Anemia, thrombocytopenia, eosinophilia, and lymphocytopenia should be considered as a source of variation in the characterization of ehrlichiosis; thrombocytopenia and neutropenia for babesiosis and eosinophilia for distemper. In co-infection for Ehrlichia canis with the CDV is destaracam ophthalmic disorders, gastrointestinal, anemia, thrombocytopenia, leukopenia, eosinopenia and lymphocytopenia. The number of animals co-infected by Ehrlichia canis and Babesia canis vogeli; E. canis, B. canis vogeli and CDV were insufficient to characterize the findings clinical and laboratory, suggesting that further studies be made in this direction. There was poor agreement between the PCR compared to blood parasite examination and no agreement for RT-PCR and viral inclusion research, should the clinician requesting the PCR, to be more specific and sensitive. Therefore, attention must be given to the possibility of co-infections, especially in endemic areas, and further studies are suggested so that other possibilities of simultaneous infections in small animal medicine can be clarified since this subject is not sufficiently studied in Brazil.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Mario BC (mario@bc.ufrpe.br) on 2022-08-23T11:28:49Z No. of bitstreams: 1 Vanessa Carla Lima da Silva.pdf: 2587932 bytes, checksum: 69aa185e9f50337c9e0ae76ceadbd445 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-08-23T11:28:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Vanessa Carla Lima da Silva.pdf: 2587932 bytes, checksum: 69aa185e9f50337c9e0ae76ceadbd445 (MD5) Previous issue date: 2014-02-25eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal Rural de Pernambucopor
dc.publisher.departmentDepartamento de Medicina Veterináriapor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFRPEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Veterináriapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCãopor
dc.subjectBabesiosepor
dc.subjectCinomosepor
dc.subjectErliquiosepor
dc.subjectDiagnósticopor
dc.subjectEpidemiologiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIApor
dc.titleAvaliação clínica, epidemiológica e laboratorial de cães (Canis familiaris, Linnaeus, 1758) com cinomose, erliquiose e babesiose no Hospital Veterinário da UFRPEpor
dc.typeTesepor
Aparece nas coleções:Doutorado em Ciência Veterinária

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